quarta-feira, 1 de julho de 2015



HORA DA SAUDADE

O badalar dos sinos me distancia daqui
Me leva para tão distante
No tempo, no espaço
Vou a vidas que desconheço,
Que reconheço
Ai, como padeço!
Sempre e sempre é tempo de recomeçar
Sempre
E as saudades morando em nós
Saudades incompreendidas
E tão sentidas


sonia delsin

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